A adoção de boas práticas de gestão resulta em uma enorme quantidade de vantagens à empresa, como o aumento da sua lucratividade e a performance superior à média do mercado. Em vista disso, vale estudar e aplicar boas práticas gerenciais.

Uma das principais práticas é o chamado benchmarking, que consiste na identificação e estudo das principais táticas da concorrência, objetivando melhorá-las e torná-las úteis ao seu negócio. Desse modo, é possível “usar” os outros competidores para melhorar.

Adiante, esclarecemos 5 boas práticas de gestão e os impactos positivos disso para o seu empreendimento. Portanto, continue a sua leitura com atenção. Vamos lá!

1. Benchmarking

Toda empresa tem sua série de competidores, diretos ou indiretos. Uma livraria, por exemplo, não compete diretamente com uma chocolateria, mas pode ver seus clientes comprando doces e não livros. Logo, há uma espécie de competição indireta.

De todo modo, sua empresa pode aprender com os competidores diretos e indiretos. É possível identificar e estudar suas melhores práticas, depois avaliar como isso pode ser adaptado e aproveitado dentro da sua empresa. Assim, é possível melhorar.

Há alguns passos para que isso ocorra. Primeiro, é preciso identificar os competidores mais relevantes e que podem te ensinar algo. Depois, é necessário definir quais pontos-chave monitorar e como isso será feito, no intuito de coletar dados úteis e verídicos.

Todo esse processo é chamado de benchmarking e precisa ser muito bem delimitado. O objetivo não é copiar a concorrência, é aprender com ela e melhorar. Isso garante que o negócio se mantenha competitivo e aproveite as melhores práticas do seu mercado.

2. Gestão da qualidade total

Outro ponto importante é o Total Quality Management (TQM), que significa gestão da qualidade total. Consiste em um conjunto de práticas que objetivam eliminar gargalos e reduzir, ou até zerar, o número de erros e inconsistências ao longo do expediente.

Há muitas ferramentas que dão suporte aos programas de TQM. Uma das principais é chamada de 5S, que representa cinco sensos que devem ser implementados dentro da empresa – por exemplo, o senso de limpeza ou o senso de organização.

O diagrama de Ishikawa, também conhecido como diagrama causa-efeito, é outra boa ferramenta. Ela ajuda a identificar a chamada causa-raiz dos efeitos (desejados ou não) que ocorrem dentro da empresa. Assim, permite análises precisas e profundas.

Um programa de TQM exige conhecimento profundo e ferramentas alinhadas às demandas da empresa. Porém, se bem aplicado, ajuda a reduzir desperdícios, aumenta a eficiência diária e promove ganhos em escala. Logo, todo o negócio ganha.

3. Melhoria contínua

Programas de TQM  nem sempre resultam em processos de melhoria contínua. Logo, também é preciso abordar essa prática gerencial. Em resumo, melhorar continuamente significa nunca estar satisfeito com o status quo, é querer sempre mais e melhor.

A base dos programas de melhoria contínua é o ciclo PDCA, que consiste em ciclos de planejamento dos afazeres (Plan), execução do que foi delimitado (Do), checagem dos resultados (Check) e ação corretiva (Act), no intuito de eliminar inconsistências.

Existem, todavia, programas mais modernos e que podem ser modelados ao perfil da empresa. O Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), por exemplo, envolve etapas de: planejamento, sensibilização, capacitação, diagnóstico e autoavaliação.

A principal vantagem da melhoria contínua é a manutenção da competitividade da empresa. Em alguns casos, é possível até assumir a vanguarda do mercado, tornando-se superior aos outros competidores. Isso, claro, gera muitos outros benefícios.

4. Estruturação de processos

Existem muitos processos ao longo do expediente. Há, por exemplo, o processo de emissão de nota fiscal, de atendimento aos clientes ou de treinamento dos empregados. Logo, outra boa prática gerencial é a estruturação de processos, tornando-os melhores.

Nesse caso, uma das principais ferramentas é o fluxograma. Diz respeito a uma representação gráfica do processo, utilizando-se de elementos geométricos, textos e setas indicativas. Assim, é possível esquematizar e organizar o que precisa ser feito.

Outras ferramentas podem depender do tipo de processo adotado. Na logística, por exemplo, é possível usar o gráfico dente de serra para melhorar o processo de pedido de novos itens, garantindo que o estoque não fique sobrecarregado ou vazio demais.

Em vista disso, primeiro é preciso identificar o processo que deseja estruturar, depois selecionar a ferramenta certa. Em geral, a estruturação de processos ajuda a aumentar a produtividade diária e alinhar a equipe, além de reduzir erros e desperdícios.

5. Monitoramento de KPI

O indicador-chave de desempenho (ou key performance Indicator) ajuda a identificar como a empresa está se saindo em pontos específicos, como no atendimento ao cliente ou produção diária. Assim, é possível identificar gargalos e definir metas consistentes.

Logo, uma das boas práticas de gestão é o monitoramento de KPI. É importante estabelecer um conjunto de indicadores alinhados aos interesses da empresa, além de definir a frequência do seu levantamento. Alguns dos principais são:

  1. net promoter score (índice de lealdade dos clientes);
  2. churn rate (percentual de evasão dos clientes);
  3. retorno sobre investimento;
  4. porcentual de lucratividade;
  5. absenteísmo da equipe (número de faltas e atrasos do time);
  6. turnover (percentual de desligamento dos colaboradores);
  7. custo de aquisição de clientes;
  8. ticket médio (por vendas ou clientes).

Esses são só alguns dos indicadores mais importantes, mas existem muitos outros. Ao monitorá-los, poderá diagnosticar gargalos indesejados, estudar a causa-raiz dos problemas, estabelecer metas mais precisas e tomar decisões com maior segurança.

Como pôde observar, essas práticas contribuem para a empresa de diferentes formas. Elas ajudam a tornar o negócio mais competitivo, produtivo e preciso.

Na prática, não existe um limite de ferramentas que você pode utilizar. Porém, é preciso lembrar que os recursos (como tempo e dinheiro) são escassos, então é preciso focar no que importa. Em outras palavras, é preciso identificar e usar as ferramentas que mais podem contribuir para a demanda do seu empreendimento, fazendo-o progredir.

Nesse processo, é importante contar com um parceiro que tenha know-how, isto é, conhecimento aplicado para executar essas ferramentas dentro da sua empresa. Assim, você terá mais acerto e também poderá garantir um maior retorno sobre investimento.

E então, gostou do nosso artigo? Está por dentro das boas práticas de gestão para sua empresa? Agora, aproveite para entrar em contato conosco e entender como podemos te ajuda a colocar essas ferramentas em prática, gerando benefícios para sua empresa.

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