É fato que o mercado está cada vez mais competitivo e, por isso, as organizações que perduram por bons anos nesse universo são aquelas que se adaptam às transformações, principalmente, no que se refere às relações de consumo e às evoluções tecnológicas.

Muito se fala no papel da empresa em absorver essas mudanças, mas a atuação do líder nessa tarefa é essencial para que se concretize uma gestão de excelência. O resultado? Uma organização muito mais viva e pronta para competir em um cenário agressivo.

Se você quer saber mais sobre como liderar essa gestão para inovação em sua empresa, continue a leitura e arregace as mangas. Vamos lá!

Qual é o papel do gestor para a constante inovação da empresa?

Cada indivíduo apresenta características diferentes, a partir da própria personalidade, do contexto em que vive e das tarefas que realiza no ambiente de trabalho. Quando um grande grupo de pessoas se reúne em uma empresa, é certo que elas exercem influência umas sobre as outras – em maior ou menor grau.

Por isso, o papel do gestor é essencial sob inúmeras óticas: ele pode motivar ou desmotivar o time, pode conseguir respeito a partir do medo dos funcionários ou, ainda, ter o poder de demonstrar o que deve ser realizado a partir do exemplo.

Por ser uma figura de liderança, o papel do gestor para a inovação da empresa é, justamente, demonstrar aos colaboradores como efetuar certas tarefas. E, nesse contexto, ele deve ir mais além e buscar parceiros: ouvir ideias, estimular a parceria e se colocar à postos de sua equipe. Afinal, grandes líderes são confiantes e buscam a interação e não, a segregação dos colaboradores.

Quais são as principais tendências do mercado e por que acompanhá-las?

Quando se fala em inovação, empresas relacionadas à tecnologia, equipamentos eletrônicos e startups – essas, traduzidas como novos modelos de negócio – surgem à mente. Contudo, as tendências atingem todos os tipos de organizações, independentemente do ramo de atuação, a partir de dois tipos de inovação que podem ser implementados:

  • inovação incremental;
  • inovação disruptiva.

A primeira, chamada de inovação incremental, é assim definida por se tratar da inclusão de algo novo ao cotidiano empresarial. Pode ser uma alteração no controle do estoque, na modernização dos processos existentes na organização ou, ainda, na desburocratização de procedimentos.

Já a inovação disruptiva é um pouco mais drástica, já que ela quebra alguns paradigmas e cria novos mercados, inserindo atitudes mais marcantes à rotina empresarial.

A questão é que, apesar de serem tipos diferentes de inovações, é importante acompanhar essas tendências do mercado para escoltar as transformações desse ramo e não tornar a empresa pouco competitiva. Ou seja, para manter a organização em alta no mercado, garantindo uma boa receita e reconhecimento perante os consumidores.

Quais são os riscos da falta de inovação para uma empresa?

Como mencionado acima, o primeiro risco da falta de inovação para uma empresa é torná-la pouco competitiva e, por consequência, influenciar a diminuição da lucratividade mensal do negócio.

Mais além, é fato que as empresas que não acompanham as tendências do mercado acabam, por vezes, fechando as portas. Por isso, os riscos da ausência de inovação significam, em resumo, a possível ruína do negócio.

Para os menos pessimistas, existe, sim, a possibilidade da existência da empresa por bons anos no mercado, mesmo com a falta de inovação em sua rotina. No entanto, de forma estagnada: como se o estabelecimento realmente tivesse parado no tempo, sem incrementação de processos, aumento de lucro ou crescimento de sua equipe.

Um bom líder sabe que esse não é o cenário dos sonhos – pelo contrário. É por esse motivo que as organizações precisam contar com uma atualização constante, como maneira de tornarem-se atraentes aos consumidores durante todos os seus anos de vida.

Como preparar a empresa e implementar uma cultura inovadora no negócio?

Se você compreendeu a importância de uma gestão para inovação, saiba, agora, como preparar a empresa para incrementar em seu cotidiano uma cultura inovadora.

Como qualquer outro projeto, o momento inicial refere-se à observação da rotina empresarial e identificação dos seus pontos positivos e negativos.

Verifique a documentação do local, procure saber sobre as impressões dos colaboradores e, também, a respeito das impressões externas – o feedback do cliente é crucial para a determinação do que implementar.

O gestor também deve se atentar à criação de um ambiente cooperativo na organização: quando os colaboradores se sentem parte da empresa, o engajamento é maior e, claro, ótimos pontos positivos são levantados. Por isso, saiba integrá-los e não segregá-los!

A seguir, utilize a técnica do brainstorming. Traduzido como tempestade cerebral, esse conceito tem o fim de buscar soluções para determinado problema e pode ser realizado de forma individual ou em grupo.

A ideia é deixar o pensamento livre e anotar toda e qualquer resposta encontrada, sem iniciar um debate nesse momento. Se feito em grupo, um relator anota todas as questões encontradas e, de forma individual, deve registrar as soluções pensadas.

Ao final desse processo, é hora de realizar uma seleção das melhores ideias para desenvolvê-las em projetos. A partir disso, as propostas mais adequadas ganham forma e passam a ser adaptadas ao contexto da organização, prontas para serem aplicadas.

Se, nesse teste, a empresa não responder de forma positiva, passe para o próximo projeto e incentive um novo início. A ideia é não desistir no primeiro obstáculo!

São diversos os benefícios da gestão para inovação nos diferentes ramos de empresas existentes no mercado atual. Saber sobre a sua importância e, mais além, como aplicá-la no cotidiano da organização é essencial para a sobrevivência do negócio, o destaque da companhia e, claro, o aumento dos lucros. Tudo isso tem um crucial reflexo na participação dos colaboradores e, por fim, na maior satisfação do cliente.

Gostou de saber o que é a gestão para a inovação de empresas e como aplicá-la na prática? Ficou com alguma dúvida? Então, entre em contato com a FNQ! Ficaremos felizes em auxiliar a sua empresa a crescer cada vez mais!

1 Comment

  1. os textos então bem coerente de forma que facilita o compreendimento do leitor , fazendo com que podemos entender o objetivo que é posto no texto . Mostrando ideias e argumentos muito importante para a compreensão.

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