Garantir o desenvolvimento contínuo de uma organização é uma tarefa que requer estudo e trabalho. Para que isso seja realizado de forma efetiva, é preciso rever os processos de gestão e um caminho seguro é adotar o MEG – Modelo de Excelência da Gestão®, da FNQ.

O MEG auxilia no desenvolvimento de uma visão sistêmica de todos os âmbitos organizacionais. Com isso, pode-se identificar ,com mais clareza, as forças e fraquezas de uma empresa e desenvolver processos de correção ou de melhorias. Além de resultados sustentáveis para o negócio, o MEG promove benefícios para todas as partes interessadas.

Continue a leitura deste post, entenda o que é MEG, quais são os seus benefícios e por que adotá-lo na sua empresa.

O que é o MEG?

O MEG é um modelo de referência de gestão que retrata o que leva as organizações a obterem resultados excepcionais no atual ambiente de transformação, em que nada é certo e tudo muda constantemente. Ele é composto por oito Fundamentos da Excelência – conceitos que são internalizados em organizações de classe mundial, ou seja, as melhores do mundo.

Esses Fundamentos impulsionam as organizações a pensarem questões importantes para a gestão. São eles:

  • pensamento sistêmico – estudo das relações de interdependência que existem dentro da organização;
  • aprendizado organizacional e inovação – compartilhamento de experiências e conhecimento entre os envolvidos;
  • liderança transformadora – desenvolver uma visão compartilhada sobre a organização, pensando sempre no legado que será deixado;
  • compromisso com as partes interessadas – responsabilidade e relacionamento com tudo que envolve a marca, como fornecedores, consumidores e sociedade em geral;
  • adaptabilidade – a forma como a organização lida com as mudanças e flexibiliza os processos e estratégias;
  • desenvolvimento sustentável – capacidade de prezar pelo lucro sem causar danos à sociedade e ao meio ambiente;
  • orientação por processos – adoção e desenvolvimento de processos funcionais, que sejam eficientes;
  • geração de valor – entrega de valores de diferentes modos, como econômico, social e ambiental.

Toda organização está imersa em um ecossistema, interagindo internamente e externamente com outras instituições. Os resultados dessa organização só serão duradouros se atenderem às expectativas e necessidades das partes interessadas, além de desenvolver melhores práticas. Caso a entrega de valor não seja satisfatória, as partes interessadas naturalmente se afastarão.

O MEG é um modelo de referência que inspira as organizações a executarem os processos de uma nova maneira. Com ele, pode-se implementar novos processos antes desconhecidos, analisar se os processos fazem sentido com os valores do negócio, entender o que faz sentido para o propósito da empresa, relacionar o modelo de gestão com os valores da marca e impulsionar a deixar um legado para as futuras gerações.

Quais empresas podem implementar o MEG?

O MEG pode ser adotado e implementado por todo tipo de organização, já que se trata de um modelo adaptável – cada empresa adotante desenvolverá o próprio processo de autoconhecimento e identificará pontos positivos e negativos do negócio sem interferências ou imposições externas.

Com isso, as empresas que escolherem adotar o MEG terão suas práticas de gestão adequadas aos conceitos de outras empresas de classe mundial, mas, claro, respeitando e conservando sua própria cultura. Por meio das práticas de gestão, a empresa será estimulada a encontrar respostas que visam a torná-la mais competitiva. Assim, toda cadeia de trabalho será pautada pela excelência e gerará valor aos interessados.

Os envolvidos no processo empresarial tornam-se mais integrados entre si, além de serem estimulados a compartilharem conhecimentos, experiências e boas práticas com toda a empresa. A integração dessas partes estabelece uma forma harmônica de interação com a estratégia e os resultados, sem a necessidade de uma interferência direta da gestão.

Quais os objetivos e benefícios em adotar o MEG?

Todo o ecossistema deve ser beneficiado pela atuação da organização – sociedade, ambiente, fornecedores, produtos e processos. Caso esse objetivo não seja cumprido, os processos implementados não farão sentido.A seguir, listamos algumas premissas que descrevem o que é excelência:

Promove a competitividade

Identificar as maiores fraquezas do negócio e desenvolver formas de inverter o cenário, além de reconhecer os maiores forças e potencializá-las, são formas de promover mais competitividade no mercado. Essa prática permite que a empresa se destaque da concorrência, já que atenderá às demandas dos consumidores de forma mais genuína.

Proporciona o aprendizado

Com o MEG, toda a equipe é incentivada a buscar soluções inovadoras, que mitiguem os impactos negativos até então identificados. Esse processo de autoconhecimento não ajuda apenas a identificar falhas, mas, também, a propor soluções. Tudo isso incentiva o time a pensar de forma estratégica, conhecer e desenvolver novas habilidades.

Mensura resultados

Ao exigir um acompanhamento próximo e minucioso de todas as alterações promovidas na gestão, pode-se, também, acompanhar os resultados gerados por cada uma delas. Com isso, são identificadas as práticas que são bem-absorvidas e aproveitadas pela empresa e as que são indiferentes no processo.

Incorpora a cultura da excelência

A cultura da excelência coloca os envolvidos como protagonistas de todo processo, que definirão metas ambiciosas para a empresa. Com isso, o time se une e trabalha em conjunto para alcançar as metas determinadas. O resultado esperado inspira os envolvidos, já que gera benefícios não só para a empresa, mas também para a sociedade.

Como adotar e implementar essa metodologia na empresa?

A alta direção deve sempre trabalhar para levar a empresa para frente por meio de apoio e incentivo aos processos de melhoria de inovação. Para isso, é preciso entender o que significa a referência e quais benefícios a organização pode obter ao adotar o MEG.

Para implementar o processo, é necessário desenvolver um planejamento inicial. Recomenda-se fazer um diagnóstico que identifique um modelo de referência que tenha uma documentação bem-definida. Ao olhar para os desafios, a organização deve fazer alguns questionamentos.

  • Como estou planejando e executando os processos?
  • Estou controlando corretamente?
  • Estou alcançando meus objetivos?
  • Estou aprendendo?
  • A empresa está sendo inovadora?
  • Está chegando a novos patamares que antes não conseguia?

Todas as perguntas descrevem um processo de autoavaliação, que retrata o tamanho do desafio enfrentado pela empresa. Assim, pode-se enxergar o que precisa ser melhorado e fortalecido.

Para entender os objetivos da empresa, deve ser avaliado também o que faz sentido para sua gestão, para seu modelo de negócio e seu formato de atuação. Essa avaliação é quantificada entre 0 e 1.000 pontos que, por serem tão desafiadores, fornecem uma visão holística da organização.

Com isso, estabelecem-se os pontos de melhoria e a previsão das ações traçadas como alavancas para o negócio. É preciso, ainda, fazer um acompanhamento minucioso para entender o que está funcionando e o que deve ter o rumo alterado. Depois disso, o diagnóstico deve ser refeito a fim de identificar a evolução dos processos.

Ao adotar o MEG na organização, todo o cenário será beneficiado. Além de se tornar mais competitivo para o mercado e os consumidores, a empresa consegue gerar ações mais inspiradoras, já que entregará benefícios a toda sociedade. Como consequência, a equipe interna trabalhará convicta de que a marca entrega valores que vão além do econômico.

Está preparado para começar a implementar o MEG no seu negócio? Entre em contato conosco e fale com um de nossos consultores.

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